quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Qual o melhor enxaguante bucal?

Muitas pessoas possuem dúvidas sobre o melhor tipo de enxaguante bucal, como usar e outras questões a respeito desse produto. Você pode não saber, mas provavelmente poderá estar gastando dinheiro em vão ou causando até danos a sua boca.

Não vamos falar aqui sobre cada tipo de enxaguante disponível no mercado, mas sim características de produtos que você pode utilizar.

Acima de tudo, qualquer enxaguante bucal assim como qualquer remédio deve ser prescrito por um profissional que o conhece, então o dentista deve indicar qual produto utilizar, existem fórmulas específicas para uso pós cirurgia ou controle no tratamento de doenças da gengiva, também existem produtos que possuem uma certa quantidade de flúor, outros são indicados depois de certos procedimentos estéticos e que precisam de uma "ajudinha" para controle da placa bacteriana.

Mas a questão é: Qual o melhor enxaguante bucal? Se você leu o parágrafo anteyrior, conseguiu perceber que existem diversos tipos de fórmulas deste produto, então não podemos dizer que o produto X é o melhor tipo sem conhecer a necessidade do paciente, um exemplo disso são os enxaguantes com Digluco
nato de Clorexidina à 0,12%, normalmente sua indicação é para procedimentos mais invasivos, na maioria das vezes cirúrgicos, quando utilizado em excesso pode causar manchas nos dentes, descamação da boca e até mesmo perca temporária do paladar.

Enxaguantes que possuem álcool em sua fórmula devem ser evitados, aquela "ardência" causada por esses enxaguantes não deve ser entendida como limpeza. Além disso, outros enxaguantes que não possuem álcool mas promovem "hálito refrescante" não estão fazendo nada mais do que lhe dando apenas uma sensação, nada mais que isso, não há benefícios por causa dessa sensação.

Em resumo, enxaguantes só devem ser utilizados com indicação de um dentista, as vezes você pode estar utilizando um produto que não está lhe trazendo nenhum benefício, ele é apenas uma das opções  extras para auxílio da higiene bucal, mas não deve ser encarado como item básico, como a escova, fio e creme dental.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Você protege bem os seus lábios? - Conheça a Queilite Actínica

Não é que o verão já passou e o inverno chegou que você vai deixar de utilizar o protetor solar... LABIAL, sim, labial! Os lábios, assim como o seu corpo, precisam de proteção, a maioria das pessoas protegem olhos e corpo, mas os lábios ficam desprotegidos, e olha que se não cuidado, um simples ressecamento pode se tornar uma lesão maligna.

A penetração dos raios ultravioletas emitidos pelo sol é muito perigosa, visto que são de um potencial radioativo altíssimo. O rosto é praticamente a parte do corpo que mais recebe a luz do sol, e com a falta de proteção adequada um ressecamento, manchas, mudança da coloração do lábio e até mesmo crostas poderão surgir, e esses aspectos não são nada bons.

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Essas imagens são de uma lesão conhecida como Queilite Actínica, ela nada mais é que a reposta do seu organismo sobre a radiação recebida do sol, e lembre-se, radiação não é nada interessante, e se ela está modificando algo no seu organismo é bom procurar ajuda, a queilite actínica tem um tratamento bem simples, e seu dentista poderá fazê-lo com algumas recomendações, é realmente necessário consultar o dentista, visto que esta lesão tem um potencial de se tornar maligna, o que significa que ela é cancerizável caso não haja o tratamento adequado.

A queilite actínica é mais comum em pessoas de pele mais clara, visto que há uma menor quantidade de melanina, mas se você é negro, não pense que não corre risco, as chances são menores, mas existem.

Se você não apresenta essa lesão, então é bom prevenir, utilize um protetor labial, chapéus de aba larga e evite exposição a luz solar em certos horários que o sol está mais forte, caso tenha dúvidas consulte o seu dentista.


Quer saber mais sobre Queilite Actínica e seu tratamento? Agende sua consulta.


Fonte para desenvolvimento deste post:

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Amálgama x Resina: Devo trocar minha restauração?

Muitos pacientes chegam ao dentista com restaurações de amálgama (ou conhecida como "platina") de mais de 10 anos, e ficam na dúvida se devem ou não trocá-la por resina.


Julia Roberts possui restaurações em amálgama, consegue ver?
A resina é um material recente, que através dos últimos anos tem sido melhorada, utiliza materiais e técnicas que exigem menos desgaste do dente e maior aderência do material. O amálgama, que é nada mais que uma liga de metais que contém mercúrio, exige um preparo no dente que permite o 'travamento' do material ao dente. Mas não se assuste, o mercúrio contido numa restauração de amálgama não faz tão mal quanto o mercúrio que pode ser encontrado em peixes do mar, ou seja, é praticamente um perigo nulo.

Quase imperceptíveis.
Conhecendo os materiais você já deve estar criando uma opinião sobre a troca da restauração, certo?

A questão é: 
  • necessidade, muitas vezes indicamos a troca de uma restauração por apresentar infiltração ou fratura;
  • estética, restaurações de amálgama normalmente são realizadas em dentes posteriores, ou seja, os últimos dentes, então nem com um sorrisão forçado alguém enxergará sua restauração.
Esses dois fatores são levados em conta sempre na decisão da troca de qualquer restauração. Uma restauração de amálgama bem feita, com o passar dos anos ficará melhor, uma restauração de resina com um bom material poderá durar vários anos dependendo dos cuidados do paciente.

Para melhor decidir, que tal marcar uma consulta e verificar se há necessidade de trocar suas restaurações?

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

O que é bom para dor de dente?

A reposta para sua dúvida é simples, para dor de dente vá ao dentista.

Caso quebre um osso do seu braço, você espera que o osso volte ao normal? Pesquisa no Google algum tratamento caseiro? Espera que a dor desapareça? Não! Procura o tratamento com um médico.

Um dos motivos principais para dor de dente é a cárie, entenda com a imagem a seguir como é a ação da cárie sobre um dente:

Fonte
Com o passar do tempo, um pequeno buraquinho se torna maior ou nem tanto, mas aumenta muito mais a dor, na imagem vemos três situações, (1) a cárie limitada ao esmalte, (2) cárie próxima a polpa, (3) cárie acomete a polpa.

Em todos os casos existe tratamento, diferente de certas dores de cabeça tratadas com um remédio, a dor de dente precisa ser tratada clinicamente, ou seja, com um dentista, ele irá remover o tecido contaminado e realizar o tratamento necessário para devolver sua saúde bucal.

E para evitar outras dores de dente, continue escovando os dentes, utilizando o fio dental e fazendo uma visita regular ao dentista.

Está com dor de dente? Agende sua consulta.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Qual escova usar?

Existem vários tipos de escovas de dentes, por exemplo:
Infinidade de escovas (Fonte)
  • escova comum;
  • escova ortodôntica;
  • escova bitufo ou unitufo;
  • escova interdental;
  • escova para prótese;
  • escova ou limpador de língua;
Mas vamos nos focar nas escovas comuns, que existem em diversos formatos, tipos, marcas e diversos tamanhos. Segue duas dicas de como escolher sua escova:

A cabeça da escova deve se adaptar a boca do paciente, sendo assim, não adianta comprar escova maior que sua boca ou menor.

As cerdas devem sempre ser macias, cerdas duras não garantem limpeza e também causam o desgaste do dente e retração gengival. Além disso, evite comprar escovas que possuam cerdas de tamanhos diferentes ou borrachinhas, essas alterações não trazem nenhum benefício na escovação, apenas atrapalham a higienização e podem alterar a saúde de sua gengiva.

Seguindo essas duas dicas, uma boa escova poderá ser comprada por um bom preço, garantindo sua saúde bucal e economia.

Mas não esquece! Troque sua escova a cada 3 meses ou quando apresentar sinais de desgaste ou sujeira.

No consultório Vieira Odontologia você pode comprar escovas de diversos formatos, marcas e preços, entre em contato e conheça as opções.